É assim que vivo: masturbando minha mente de sonhos para tentar sugar alguma realização - Tati Bernardi.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Que mistério tem Clarice, pra guardar-se assim tão firme no coração?
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
A marca
O vício é a marca de toda história de amor baseada na obsessão. Tudo começa quando o objeto de sua adoração lhe dá uma dose generosa, alucinante de algo que você nunca ousou admitir que queria - um explosivo coquetel emocional, talvez, feito de amor estrondoso e louca excitação. Logo você começa a precisar dessa atenção intensa com a obsessão faminta de qualquer viciado. Quando a droga é retirada, você imediatamente adoece, louco e em crise de abstinência (sem falar no ressentimento para com o traficante que incentivou você a adquirir seu vício, mas que agora se recusa a descolar o bagulho bom - apesar de você saber que ele tem algum escondido em algum lugar, caramba, porque ele antes lhe dava de graça). O estágio seguinte é você esquelética e tremendo em um canto, sabendo apenas que venderia sua alma ou roubaria seus vizinhos só para ter aquela coisa mais uma vez que fosse.Enquanto isso, o objeto da sua adoração agora sente repulsa por você. Ele olha para você como se você fosse alguém que ele nunca viu antes, muito menos alguém que um dia amou com grande paixão. A ironia é que você não pode culpá-lo. Quero dizer, olhe bem para você. Você está um caco, irreconhecível até mesmo aos seus próprios olhos. Então é isso. Você agora chegou ao ponto final da obsessão amorosa – a completa e implacável desvalorização de si mesma.
O fato de eu ser capaz de escrever calmamente sobre isso hoje é uma grande prova dos poderes de cura do tempo, porque não encarei os fatos muito bem quando estavam acontecendo mas tudo se supera.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
E se conselho fosse bom...
E se conselho fosse bom a gente não dava, não vendia, simplesmente guardava pra si ,porque com certeza uma hora iriamos precisar dele.sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Diga-me com quem tu andas, que te direi quem tu és!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Eu quero ter uma experiência duradoura de Deus.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009
"Eu só aceito a condição de ter você só pra mim eu sei não é assim mas deixa eu fingir e rir...."
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O que mudou?

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Ela não anda bem da cabeça

terça-feira, 26 de maio de 2009
A violência se faz, a indiferença se faz, o medo prevalece!

terça-feira, 19 de maio de 2009
Essa Dona Mágoa...

terça-feira, 12 de maio de 2009
Olfato

segunda-feira, 11 de maio de 2009
Qual a maneira certa?

quinta-feira, 30 de abril de 2009
Essa Tal Felicidade

Procurando encontrar
Essa tal felicidade
Hei de encontrar
Mesmo se eu tiver que aguardar
Se eu tiver que esperar... "
Essa Tal Felicidade - Tim Maia
E assim continuo essa busca pela tal felicidade. Ela pode estar numa manhã de sol quentinho, no aconchego do edredon, no dia chuvoso sentada no sofá comendo pipoca, no canto de um passarinho, no sorriso dos meus amigos, na risada de uma criança, na esperança de dias melhores. Ela pode vir acompanhada da dor não tem problema, eu sou forte, curo a dor num instante, ela pode vir acompanhada da tristeza, eu a faço rir, ela pode vir acompanhada da depressão, eu lhe dou alivio e esperança, ela pode vir acompanhada do medo, eu faço ela se sentir segura. Agora só me falta encontrar, achar, mas eu nunca vou desistir de procurar.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
A espera do fim.
Eu me sinto tão pequena em relação ao que eu sinto! Seria tão fácil poder explicar o que você sente se a pessoa pra quem você contasse pudesse sentir também. Eu vivo os meus dias a espera do fim, do fim do silêncio, do abraço, do beijo, das verdades, das mentiras. Vivo a espera do último carinho, do fim do conformismo, da esperança. Mais pensando bem, eu não vivo, eu morro a cada dia, morro por dentro, por fora, de um lado ou de outro. Morro de angústia, morro pela dúvida, morro pela falta de fé, morro pelo abandono, simplesmente morro de sufoco!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O pouco do mais que me faz ser feliz

quarta-feira, 15 de abril de 2009
Amor de conveniência.
E é assim que a gente vive, escondendo a sujeira pra não ter que fazer um novo começo. Hoje depois de ver e sentir e escutar tanta merda eu cheguei a seguinte conclusão : o amor é que nem uma lojinha de conveniência. O motivo? Muito simples, a gente vive procurando nele coisas duradouras, mas com gosto de novidade, que fiquem com a gente pra sempre, que não se percam, mas o que acabamos encontrando são coisas que servem pra dar satisfação rápida mas que não duram nada, que se perdem no meio do caminho, que muitas vezes não encontramos e nem fazemos questão de encontrar, mas que sempre precisamos de mais e mais.Ah esse amor de conveniência, a gente tem porque é bonitinho, porque parece fácil, porque não é preciso fazer muita coisa pra fazer alguém feliz, afinal alguém já está feliz pelo fato de ter alguém (não se esqueça que geralmente esse alguém não é você), porque a gente não precisa ficar tentando descobrir o que o outro gosta, afinal a gente (pensa que) sabe o que o outro gosta, pra que perder tempo? Temos ele pela madrugada, quando nos sentimos sozinhos, nos dias de sol, de chuva, temos ele por ter, por se acostumar, porque simplesmente não queremos conhecer coisas novas ou porque já nos acostumamos a não ter novidades...
Agora eu te pergunto, será que é melhor viver um amor de conveniência ou viver um amor de verdade? O que é amor de verdade? É isso que ao longo desse tempo todo estou tentando descobrir e eu preciso encontrar, porque as lojinhas de conveniência uma hora acabam, por falta de produtos, clientes, da localização ruim ou de um mau atendimento e o amor de conveniência é assim, só dura o tempo pra você cansar, desistir e procurar outra lojinha que te "satisfaça" melhor.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Mudanças

terça-feira, 31 de março de 2009
E a do vizinho é sempre melhor.

Sei lá, cansei de tentar achar solução, eu sempre vou achar que é melhor e ponto.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Ela tá vindo pra cá hoje!

terça-feira, 24 de março de 2009
O que não volta mais.
Às vezes eu me sinto tão perdida num mundo que percebo que desconheço a cada dia. São pedaços de mim que procuram respostas do que não volta mais. O primeiro dia de aula, o primeiro beijo, a primeira transa, o primeiro amor, o segundo amor e todos os primeiros que um dia achei ser amor. É tão estranho crescer e perceber que a 4 anos era tudo tão diferente e que você não tinha a minima noção de que tudo mudaria. Tá bom noção você tinha, mas como pode tudo acontecer tão rápido? Tá legal, não foi tudo tão rápido, tive 1.460 dias pra me acostumar, mas mesmo assim passou e eu não vi. E hoje eu to aqui sentindo saudades dos dias que eu ficava em casa sem fazer nada, as tardes que eu ficava com as minhas amigas e dançava, cantava, falava merda, bebia e reclamava que a vida tava uma bosta. Das tardes que eu ficava na sua casa, a gente se agarrando no sofá ou quando a gente ficava nas escadas do 8°andar, quando você tocava violão no parque ao entardecer e a cada despedida doía o peito. Sinto saudades da época que era mais fácil rir, correr, sentir, fugir, chorar, gritar. Se eu pudesse voltar no tempo e ter alguns dias a mais daquela época teria aproveitado mais, curtido mais, brincado mais, beijado mais, fudido mais, porque agora mesmo que nem tudo tenha mudado uma coisa sim mudou, chegou a tal da responsabilidade.
O Beijo.
Ele se aproxima, me toca suavemente, com calma, sem pressa, com a malicia prestes a chegar. Seus lábios nos meus, seu corpo encosta em meus seios, desejo, estremece o meu corpo, arrepia minha alma. Sinto o gosto quente, a saliva doce, tesão, vontade de não largar, vontade de o tempo parar. Quanto tempo esperei por ele, pensei que tivesse sumido, o beijo tão esperado voltou, o beijo que me fazia perder noites de sono, dias de angústia se acaba
ram. Você está aqui de novo.
terça-feira, 17 de março de 2009
Os riscos de ser borboleta.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Dependedente de sonhos.
Os sonhos são como vento, você os sente, mas não sabe de onde eles vieram e nem para onde vão,eles nascem como flores nos terrenos da inteligência e crescem nos vales secretos da mente humana, um lugar que poucos exploram e compreendem. Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe: "Que tamanho tem o universo?" Acariciando a cabeça da criança,ele olhou para o infinito e respondeu: "O universo tem o tamanho do seu mundo." Perturbada, ela novamente indagou: "Que tamanho tem o meu mundo?" O pensador respondeu: "Tem o tamanho dos seus sonhos."Se os seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas
serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Desejos não resistem às dificuldades da vida, sonhos são projetos de vida, sobrevivem ao caos. Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta.Não podemos nunca esquecer que os sonhos, a motivação, o desejo de ser livre nos ajudam a superar esses monstros, vencê-los e utilizá-los como servos da nossa inteligência. Não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrentá-la, criticá-la, usá-la. Quem tem medo pode alimentar grandes sonhos, mas eles serão enterrados nos solos da sua timidez e nos destroços das suas preocupações.
Augusto Cury
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Limpando os restos.
O que faz um vendedor de sonhos?
Livro O Vendedor de Sonhos - Augusto Cury
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Crônica de Amor.

Arnaldo Jabor
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Eu acredito.
Estou ansiosa por algo que nem é meu mas que eu ajudei para que desse certo e o que me deixa cheia de alegria é que eu pude contribuir para trazer esperança para alguém. A vida nos reserva surpresas e por isso é tão importante não perder a fé.
Essa é só mais uma batalha, a guerra está por vir pode ter certeza. Nada séra fácil, pedras e pessoas vão aparecer para te derrubar, mas eu estarei aqui para te dizer siga em frente, LUTE! Muita coisa irá mudar pra você, pra mim, sinceramente eu tenho medo do que pode acontecer, mas é preciso correr riscos, é preciso crescer, é preciso amadurecer e evoluir. PARABÉNS.



